Ruído na Metrópole nasceu como o meu Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ele foi construído a partir de um percurso maravilhosamente guiado pela Profª Drª Vanessa de Oliveira, pelo apoio decisivo da Profª Drª Patrícia Paixão no momento em que a ideia ainda era difusa e pelo incentivo constante do Prof. Dr. Vinícius Prates para que eu levasse para dentro da universidade experiências que, naturalmente, escapam dela.


A intenção por trás da concepção de um projeto transmidiático sobre o tema tem origem na intenção de explorar a sensorialidade que envolve a cena clubber paulistana sem reduzir a meras explicações. No Instagram, seguem desdobramentos de camadas que não caberiam na webreportagem. No SoundCloud, uma curadoria especial de músicas e artistas que fizeram a fazem parte da minha trajetória.


Não posso deixar de citar três dos nomes que surgiram em meu caminho como referências constantes: Erika Palomino, Camilo Rocha e Claudia Assef, que, cada um com o seu respectivo trabalho, atravessam as barreiras entre o jornalismo e a literatura sobre o tema de maneira tão bonita.

Ruído na Metrópole nasceu como o meu Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ele foi construído a partir de um percurso maravilhosamente guiado pela Profª Drª Vanessa de Oliveira, pelo apoio decisivo da Profª Drª Patrícia Paixão no momento em que a ideia ainda era difusa e pelo incentivo constante do Prof. Dr. Vinícius Prates para que eu levasse para dentro da universidade experiências que, naturalmente, escapam dela.


A intenção por trás da concepção de um projeto transmidiático sobre o tema tem origem na intenção de explorar a sensorialidade que envolve a cena clubber paulistana sem reduzir a meras explicações. No Instagram, seguem desdobramentos de camadas que não caberiam na webreportagem. No SoundCloud, uma curadoria especial de músicas e artistas que fizeram a fazem parte da minha trajetória.


Não posso deixar de citar três dos nomes que surgiram em meu caminho como referências constantes: Erika Palomino, Camilo Rocha e Claudia Assef, que, cada um com o seu respectivo trabalho, atravessam as barreiras entre o jornalismo e a literatura sobre o tema de maneira tão bonita.